Hoje eu li um post que me fez pensar um bocado. O texto fala do constrangimento que as mulheres sentem ao serem abordadas com “gracejos” de fundo obsceno ou mesmo pornográfico.
Fiz um pequeno comentário no post criticando este tipo de atitude, mas o texto me levou a pensar um pouco mais além. O que leva um ser desses a tomar este tipo de atitude? A melhor resposta que encontrei: Pensar que o seu umbigo tem uma massa gravitacional maior que a do sol, de modo que o mundo gire ao seu redor.
A atitude acima seria apenas uma das muitas possíveis. Infelizmente. A grotesca criatura se acha engraçada e espirituosa. Acha o máximo fazer o gracejo e, por se ter em alto conceito,juraria q e impossivel alguém se ofender com “aquela brincadeira inocente”.
Mas o umbigo vai mais longe que isto. E, infelizmente, é a tendência natural do ser humano é querer ser uma espécie de deus, com tudo existindo para seu prazer e satisfação. Até mesmo Deus. Quantas pessoas não “servem a Deus para que ele as glorifique”? Ou traduzindo, assumem alguns comportamentos esperando que em troca recebam tudo o que querem e matem de inveja as pessoas ao seu redor “que não são abençoadas”?
Já soube de empresas que “orientam” seus empregados a respeito da forma de vestir-se e portar-se em seus momentos de lazer, para que, caso sejam vistos por alguém que possa associá-los à referida empresa, “a imagem da mesma não seja comprometida”.
Outros, ainda, se fingem de abnegados: só exigem do mundo que faça o que eles consideram melhor para outra pessoa, sejam familiares, amigos, parceiros. Mas tem que ser o que essas pessoas consideram o melhor. Se algum desses familiares, amigos, etc, tiver a ousadia de considerar melhor alguma coisa diferente, é um verdadeiro drama.
Também incluo no rol destes nossos “umbigólatras” as pessoas que insistem em querer controlar tudo e todos. E que, evidentemente, podem ser e muitas vezes são as mesmas que já foram citadas acima.
Gente que se incomoda com o simples fato de que você possa pensar e ela não saber o que você está pensando.
Que se incomoda com o fato de alguém ter opiniões ou formas de agir diferentes daquelas que essa pessoa considere correta. Que veja em qualquer atitude, comentário ou opinião discordante da sua, uma prova de inimizade da pessoa que praticou a atitude ou emitiu o comentário. E que, claro, está sempre errada.
Gente que não percebe que afinal, em última instância, cada um é o responsável por sua própria vida. E que querer controlar a vida dos outros, programar a vida dos outros, viver a vida dos outros, nada mais é que uma tremenda idiotice. Além de só trazer futuras frustrações.
Umbigólatras assim precisam de ajuda psiquiátrica. Urgente. Infelizmente, se acham perfeitos demais para procurar por esta ajuda.
Fiz um pequeno comentário no post criticando este tipo de atitude, mas o texto me levou a pensar um pouco mais além. O que leva um ser desses a tomar este tipo de atitude? A melhor resposta que encontrei: Pensar que o seu umbigo tem uma massa gravitacional maior que a do sol, de modo que o mundo gire ao seu redor.
A atitude acima seria apenas uma das muitas possíveis. Infelizmente. A grotesca criatura se acha engraçada e espirituosa. Acha o máximo fazer o gracejo e, por se ter em alto conceito,juraria q e impossivel alguém se ofender com “aquela brincadeira inocente”.
Mas o umbigo vai mais longe que isto. E, infelizmente, é a tendência natural do ser humano é querer ser uma espécie de deus, com tudo existindo para seu prazer e satisfação. Até mesmo Deus. Quantas pessoas não “servem a Deus para que ele as glorifique”? Ou traduzindo, assumem alguns comportamentos esperando que em troca recebam tudo o que querem e matem de inveja as pessoas ao seu redor “que não são abençoadas”?
Já soube de empresas que “orientam” seus empregados a respeito da forma de vestir-se e portar-se em seus momentos de lazer, para que, caso sejam vistos por alguém que possa associá-los à referida empresa, “a imagem da mesma não seja comprometida”.
Outros, ainda, se fingem de abnegados: só exigem do mundo que faça o que eles consideram melhor para outra pessoa, sejam familiares, amigos, parceiros. Mas tem que ser o que essas pessoas consideram o melhor. Se algum desses familiares, amigos, etc, tiver a ousadia de considerar melhor alguma coisa diferente, é um verdadeiro drama.
Também incluo no rol destes nossos “umbigólatras” as pessoas que insistem em querer controlar tudo e todos. E que, evidentemente, podem ser e muitas vezes são as mesmas que já foram citadas acima.
Gente que se incomoda com o simples fato de que você possa pensar e ela não saber o que você está pensando.
Que se incomoda com o fato de alguém ter opiniões ou formas de agir diferentes daquelas que essa pessoa considere correta. Que veja em qualquer atitude, comentário ou opinião discordante da sua, uma prova de inimizade da pessoa que praticou a atitude ou emitiu o comentário. E que, claro, está sempre errada.
Gente que não percebe que afinal, em última instância, cada um é o responsável por sua própria vida. E que querer controlar a vida dos outros, programar a vida dos outros, viver a vida dos outros, nada mais é que uma tremenda idiotice. Além de só trazer futuras frustrações.
Umbigólatras assim precisam de ajuda psiquiátrica. Urgente. Infelizmente, se acham perfeitos demais para procurar por esta ajuda.

27 27UTC Março 27UTC 2009 at 12:58
[...] duas faces de uma mesma moeda. Ou a mesma face, vista sob ângulos diferentes.No meu post “De quem é a vida,afinal“, eu incluí as pessoas controladoras no rol dos “umbigólatras”. Pensava na [...]